segunda-feira, 16 de abril de 2018

Caiado e Wilder visitam Águas Lindas

Neste domingo 15/04, em agenda previamente acordada visitaram a cidade de Águas Lindas de Goiás os pré-candidatos Ronaldo Caiado e Wilder de Morais, Caiado em campanha ao governo do estado e Wilder à reeleição ao Senado Federal. Ambos chegaram de helicóptero por volta das 15hs. Foram recebidos em uma igreja evangélica localizada no Jardim Brasília. Participaram várias lideranças políticas da cidade e a membresia do ministério. Os demais pré-candidatos presentes estavam Zé da Imperial e Prof. Edna, vice-prefeita de Luziânia, ambos pré-candidatos a Deputado Estadual. 

sexta-feira, 23 de março de 2018

Eleições 2018, confira os prazos de desincompatibilização


Eventuais candidatos precisam ficar atentos aos prazos de desincompatibilização

Quem pretende concorrer às eleições de 2018 e já é ocupante de algum cargo ou função pública deve ficar atento aos prazos de desincompatibilização de seus respectivos cargos ou funções, para que possa concorrer ao cargo de presidente da República, senador, governador, deputado federal ou deputado estadual.
A desincompatibilização é o abandono definitivo do cargo ou o afastamento temporário do exercício do cargo ou da função, mediante renúncia, exoneração ou licenciamento. Quanto ao recebimento ou não da remuneração dos servidores efetivos dentro do prazo obrigatório da desincompatibilização, é importante ressaltar que estes têm direito à percepção de seus salários, como se em exercício estivessem. Já os servidores comissionados, de livre nomeação e exoneração, não fazem jus à remuneração por ocasião de seu desligamento.
A legislação, ao estipular esses prazos, tem como objetivo impedir que um candidato, ocupante de determinado cargo ou função pública, faça proveito dessa situação, gerando um desequilíbrio entre as campanhas eleitorais e, assim, comprometendo sobremaneira a lisura das eleições.


Lei Complementar nº 64/90 (Lei de Inelegibilidade)

Fonte: TRE/GO



STF assassina a Operação Lava Jato e atropela Lei da Ficha Limpa


As pitadas de psicopatia do STF assassinaram a Lava Jato.
Os defensores de todos os criminosos do Brasil já invadiram o gabinete de Cármen Lúcia para barganhar um indulto igual ao de Lula.
E, como notou o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, ninguém protesta.

Lula presidente
Se uma liminar impediu a Lava Jato de prender Lula, outra liminar pode permitir sua candidatura presidencial, atropelando a Lei da Ficha Limpa.
A psicopatia do STF decretou o vale tudo.

O Antagonista

quinta-feira, 22 de março de 2018

Tapetão de lula no STF


Depois do julgamento de hoje no STF, se é que se pode chamar de julgamento a farsa encenada no plenário do tribunal, aumentou brutalmente a distância que separa a sociedade brasileira da mais alta instância da Justiça do país.
A distância aumentou porque ficou ainda mais claro — de uma claridade ofuscante — que os embargos auriculares, a promiscuidade com os políticos e a jurisprudência de encomenda estão acima da Constituição na corte que deveria zelar pela sua observância. Ficou ainda mais claro — de uma claridade ofuscante — que, enquanto a nação quer livrar-se dos corruptos, o STF tenta de todas as formas livrar os corruptos.

Para piorar o espetáculo vexaminoso, o enredo foi de vaudeville: ao perceber que perderiam no julgamento do mérito do HC impetrado pela defesa do condenado Lula, os ministros que se dedicam a minar e vilipendiar a Lava Jato — para atender a interesses supra-partidários, não apenas aos do PT —  aproveitaram o horário do lanche estranhamente antecipado por Cármen Lúcia (que durou 50 minutos, não os 10 minutos previstos), para montar um palco de quermesse. Palco montado, saíram-se com o pedido de interrupção do julgamento, sob o pretexto de que Marco Aurélio Mello perderia o avião e a hora estava avançada.

Fonte: O Antagonista

sexta-feira, 16 de março de 2018

Procon Goiás: veja as empresas com maior número de processos instaurados em 2017


Cadastro Estadual de Reclamações Fundamentadas de 2017  foi divulgado nesta semana

Como parte das comemorações do Dia Mundial do Consumidor, o Procon Goiás divulgou o Cadastro Estadual de Reclamações Fundamentadas de 2017. Esse cadastro contém informações das empresas com maior número de processos instaurados durante todo o ano passado, com base nos dados registrados pelos Procons de todo o Estado de Goiás.
O documento é uma lista das empresas mais demandadas, que constitui as reclamações (processos administrativos) classificadas em “atendidas” e “não atendidas” no ano de 2017, nos quais pode ou não ter havido acordo entre consumidores e fornecedores, quando constatada a violação às normas consumeristas. (A íntegra do cadastro pode ser conferida aqui)
A relação dos fornecedores separados por área inclui produtos, serviços essenciais, assuntos financeiros, serviços privados, saúde, habitação e alimentos.
Dentre as informações constantes no Cadastro Estadual de Reclamações Fundamentadas estão o índice de resolutividade; o total de audiências realizadas; os rankings dos fornecedores mais reclamados por área; dos assuntos e dos problemas mais reclamados; dos fornecedores que menos atendem e dos que mais atendem os consumidores, além do ranking dos 200 fornecedores com mais processos instaurados.
Confira abaixo o ranking dos fornecedores com mais processos instaurados:



terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Cúpula do MDB-GO defende candidatura própria ao Governo do Estado


“Por que o partido maior vai se aliar para apoiar candidato de um partido menor sendo que temos uma estrutura muito boa?”, questionou o ex-governador

Ex-governador e ex-prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela (MDB) descartou, durante entrevista na última semana, apoio ao projeto de governo do senador Ronaldo Caiado (DEM). Segundo o líder emedebista, não faz sentido um partido grande abrir mão de candidatura própria para apoiar um pequeno.
“MDB está praticamente definido. 95% do partido quer candidatura própria e esses 5% estamos conversando, dialogando, mostrando que nunca deixamos de ter candidato e não é agora, que temos a [prefeitura da] capital, [da] segunda maior cidade, [de] todas as cidades polos que vamos deixar de ter”, explicou.
É visível a escalada no tom do discurso do pai do pré-candidato a governador de Goiás pelo MDB, Daniel Vilela, que trabalha para unir o partido para o pleito de 2018. Maguito fez questão de exaltar o papel do MDB na história política do Estado, mas também enalteceu as qualidades do filho.
“Temos um candidato com perfil que o povo quer, jovem, audacioso, maduro, preparado, enfim, MDB tem todas as condições para disputar com sucesso as eleições. Não é agora que deixaremos de ter candidato. Se MDB deixar de lançar candidato, prestará um desserviço a Goiás”, alertou.
As declarações vêm em um momento de incerteza na oposição ao governador Marconi Perillo (PSDB), que se encontra rachada para a corrida ao Palácio das Esmeraldas.
Vale destacar que prefeitos do MDB, como Adib Elias (Catalão) e Paulo do Vale (Rio Verde), trabalham abertamente para Caiado mesmo o partido tendo pré-candidato. Há quem diga que o Iris Rezende (Goiânia) estaria fazendo o mesmo.
Não é o que acredita Maguito Vilela. “Iris é o maior líder do MDB, é o grande conselheiro do partido e é a história do partido. Não apoia de forma nenhuma candidato de fora do partido, isso ele já disse. Fora do MDB acho muito difícil… Apoio de Iris será do candidato do MDB”, asseverou.
Questionado se seria possível uma união das oposições no Estado, o ex-prefeito de Aparecida foi peremptório: “Todos nós defendemos diálogo com o DEM, agora te pergunto por que o partido maior vai se aliar ao menor para apoiar candidato de um partido menor sendo que nós temos pré-candidato e uma estrutura muito boa. Vamos procurar a união das oposições, não é só do DEM não, de todos. Se for possível, ótimo, se não for, paciência.”

Jornal Opção


domingo, 25 de fevereiro de 2018

DF - Oposição na corrida ao Buriti está dividida

Imagem: Divulgação
A definição das eleições pode ficar para o segundo turno. Mas políticos ainda acreditam que uma novidade pode mudar o quadro eleitoral

Em um cenário sem favoritos, muitas forças políticas querem lançar candidaturas ao Palácio do Buriti. Essa é a fotografia do momento na formação das chapas para as próximas eleições. Não existe um concorrente natural para enfrentar o projeto de reeleição do governador Rodrigo Rollemberg (PSB). Por isso, a oposição está esfacelada. Se as eleições fossem hoje, os adversários do governo sairiam divididos.

Na disputa estão Jofran Frejat (PR), Alberto Fraga (DEM/DF), Alírio Neto (PTB) e Izalci Lucas (PSDB). O presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle (PDT), tem conversado com diferentes grupos e também se coloca na briga. Em outro campo estão o PSol e o PT, que também pretendem lançar cabeça de chapa. Na semana passada, surgiu a pré-candidatura do general Paulo Chagas (PRP), apoiado pelo presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). No ano passado, o Partido Novo anunciou que o empresário Alexandre Guerra, herdeiro do grupo Giraffas, estava no páreo.
A proliferação de candidaturas facilita a ocorrência de um segundo turno, quando o jogo muda totalmente de configuração com acordos impossíveis na primeira rodada. Mas Rollemberg é o principal beneficiário dessa miscelânea. Como titular do Palácio do Buriti, ele tem mais estrutura para disputar as eleições, principalmente com as novas regras eleitorais: tempo curto de campanha (45 dias) e poucos recursos oficiais circulando, pela impossibilidade de doações de pessoas jurídicas. “Não podemos escolher o cenário, vamos enfrentar o que vier. Tenho certeza de que, na hora da decisão, o cidadão vai avaliar o cenário que encontramos e o que vamos deixar”, afirma Rollemberg. “Por enquanto, minha prioridade é trabalhar”, acrescenta.

Claro que muitas negociações ainda podem levar à junção de candidaturas. Políticos blefam, até o último minuto, para conseguir a melhor colocação na chapa em troca de um recuo. Mas não tem sido fácil achar o tom para o grupo que se intitula “da mesa”, composto por Fraga, Frejat, Izalci, Alírio e o ex-vice-governador Tadeu Filippelli, que comanda o MDB local. Eles se comprometeram a apoiar o mais viável, de acordo com os desempenhos em pesquisas de opinião. Frejat aparece em primeiro. Mas nem todos parecem dispostos a aceitar esse resultado.

Alírio afirma ter condições de disputar o Executivo, independentemente da quantidade de candidatos. “Quando há um governador fraco, todo mundo quer concorrer. Surgem coligações de todos os lados”, provoca. A possibilidade de participar da corrida ao Palácio do Buriti está chancelada pelo presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson. Por isso, aliados de Alírio acreditam que ele irá até o fim, mesmo com poucas chances de vitória. A intenção seria crescer politicamente e, a depender do desempenho, buscar um lugar nas negociações para o segundo turno.

Izalci Lucas também se diz irredutível. Concorrer pelo PSDB é seu plano A, mas as negociações dos tucanos com Rollemberg devem inviabilizar esse caminho. “Trabalho há mais de dois anos para me consolidar como candidato ao governo. Tenho programa para administrar o DF. Não vou desistir”, garante. Se o PSDB fechar as portas para os planos do deputado, ele poderá migrar para outra legenda. Izalci tem convites de pelo menos dois partidos, o PSL, que deve lançar na sucessão presidencial o deputado Jair Bolsonaro, e o Podemos, que também deverá concorrer nacionalmente, com o senador Álvaro Dias (PR).

Enquanto as dúvidas persistem, Jofran Frejat se mantém discreto. Ele afirma que aguarda o prazo para mudanças partidárias, que termina em sete de abril, seis meses antes do pleito, para conhecer as peças no tabuleiro e saber com quem poderá contar. “Temos que buscar a unidade. A divisão só beneficia Rollemberg”, aposta Frejat. Ele assegura que também não pretende entrar na campanha para correr atrás de uma vaga de vice ou de senador. Se não for para disputar o Buriti, nem sairá de casa. “Já tive cinco mandatos de deputado federal. Não me interessa voltar ao Congresso. Tampouco ser vice de ninguém”, afirma.

Incertezas

Mas esse também é um jogo de incertezas. Ninguém sabe ao certo até onde os pré-candidatos vão esticar a corda. “Em 2010, Frejat poderia ter derrotado Agnelo (Queiroz). Ele era o vice de (Joaquim) Roriz e não quis liderar a chapa. Quem garante estar disposto agora?”, questiona Izalci. Na ocasião, o ex-governador teve de deixar a campanha porque a Justiça o enquadrou na Lei da Ficha Limpa. Frejat era o vice, mas não assumiu a chapa. Roriz entregou o legado a alguém de seu clã, a mulher, Weslian Roriz.

Nessas dúvidas, políticos também apostam que Joe, na verdade, busca uma boa aliança em que possa ser vice ou candidato ao Senado. Não está descartado, assim, um acordo que leve a uma chapa com Frejat na liderança, um vice indicado por Filippelli, e Joe e Fraga buscando as duas vagas ao Senado. Mas esse acordo pode não vingar, e Joe, ser o candidato ao Buriti. Disputar mais um mandato de distrital seria uma derrota para quem sobressaiu como um nome ao cargo mais importante do DF. O embate para a Câmara dos Deputados será apertado. Joe pode ficar sem opções e se tornar, assim, o nome ao GDF.
Também há divisões entre os discípulos da esquerda. O PSol deve lançar, até meados de março, a diretora da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (UnB), Fátima de Sousa, ao Executivo. O PT não tem um nome, mas o deputado distrital Chico Vigilante (PT) tem convicção de que o candidato vai aparecer no momento certo. O parlamentar que integra a corrente Articulação, a mais forte na legenda, diz que o PT entrará na disputa, mesmo que precise concorrer sem coligação. “A divisão de candidaturas vai levar ao segundo turno. Mas Rollemberg vai perder de qualquer forma”, arrisca.

Novidades

Na semana passada, surgiu uma novidade. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Bolsonaro parabenizou o general do Exército Brasileiro Paulo Chagas, que está na reserva, pela disposição de entrar no embate no DF. O militar confirmou ao Correio que está animado e que tem feito reuniões para discutir um programa de governo. Filiado ao PRP, ele tem uma visão de que um soldado tem condições de colocar a capital nos eixos. Mas não vai entrar numa aventura sem alianças que impulsionem esse projeto. “Lograr êxito numa campanha eleitoral é apenas uma parte do processo. É preciso ter condições de governar”, acredita.

Entre os que se apresentam como novidade, há também Alexandre Guerra. O empresário quer conquistar a simpatia da parcela significativa do eleitorado que não quer votar em ninguém que apareceu até agora. O Partido Novo não aceita recursos públicos do Fundo Partidário e vai fazer campanha com colaborações de cidadãos. Mas, no meio político, muita gente acredita que ainda possa surgir algo inesperado na disputa para as eleições de outubro.

Um desejo, alimentado por discípulos de José Roberto Arruda (PR), é que o ex-governador retome a condição de elegibilidade. Ele está enquadrado na Lei da Ficha Limpa por conta de uma condenação de segunda instância em ação de improbidade administrativa da Operação Caixa de Pandora. Mas, se um recurso for julgado favorável pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), estará livre para concorrer novamente ao GDF. Neste caso, tudo poderá mudar.

Colaborou Bruno Lima, especial para o Correio