sábado, 17 de novembro de 2018

PSL projeta ter 62 deputados, ultrapassar PT e obter a maior bancada


Dez parlamentares devem reforçar sigla de Bolsonaro na próxima legislatura. Presidente do partido evita falar em competição de números

O Partido Social Liberal (PSL) deve iniciar 2019 com a maior bancada na Câmara dos Deputados. Seduzidos pela eleição e popularidade do presidente Jair Bolsonaro, 10 parlamentares devem se unir à sigla, passando de 52 para 62 deputados na próxima legislatura. Esse número fará com que o PSL ultrapasse o Partido dos Trabalhadores, com 56 eleitos, até então futuro dono do maior corpo político na Casa. A migração deve ocorrer principalmente pela cláusula de barreira. Sem conseguir cravar um quórum mínimo, os partidos perdem o direito ao fundo partidário e ao tempo de propaganda. Entre 30 siglas que elegeram parlamentares, nove não atingiram a cláusula de barreira: PCdoB, Rede, Patriotas, PHS, PRP, PMN, PTC, PPL e DC.

A nova bancada do PSL na Câmara:
Abou Anni (SP) – vereador de São Paulo
Alê Silva (MG) – advogada e coordenadora de movimentos anticorrupção
Alexandre Frota (SP) – ex-ator
Aline Sleutjes (PR) – vereadora de Castro
Bibo Nunes (RS) – presidente do PSL de Porto Alegre
Cabo Junio Amaral (MG) – policial militar
Carla Zambelli (SP) – fundadora do movimento Nas Ruas
Carlos Jordy (RJ) – vereador de Niterói
Caroline de Toni (SC) – advogada
Charlles Evangelista (MG) – vereador de Juiz de Fora
Chris Tonietto (RJ) – advogada
Coronel Armando (SC) – ex-oficial do Exército
Coronel Chrisóstomo (RO) – oficial do Exército
Coronel Tadeu (SP) – policial militar
Daniel Freitas (SC) – ex-vereador
Daniel Silveira (RJ) – policial militar
Delegado Antônio Furtado (RJ) – policial civil
Delegado Marcelo Freitas (MG) – policial federal
Delegado Pablo (AM) – policial federal
Delegado Waldir (GO) – deputado federal
Dr. Luiz Ovando (MS) – médico
Dra. Soraya Manato (ES) – médica
Eduardo Bolsonaro (SP) – deputado federal
Fabio Schiochet (SC) – empresário
Felício Laterça (RJ) – policial federal
Felipe Francischini (PR) – deputado estadual
Filipe Barros (PR) – vereador
General Girão (RN) – ex-oficial do Exército
General Peternelli (SP) – ex-oficial do Exército
Guiga Peixoto (SP) – empresário
Heitor Freire (CE) – empresário
Helio Fernando Barbosa Lopes (RJ) – militar
Joice Hasselmann (SP) – jornalista
Junior Bozzella (SP) – ex-vereador de São Vicente
Julian Lemos (PB) – empresário
Léo Motta (MG) – vereador de Contagem (MG)
Lourival Gomes (RJ) – ex-deputado federal
Luciano Bivar (PE) – presidente licenciado do PSL, ex-deputado federal e ex-dirigente do Sport Recife
Luiz Lima (RJ) – ex-nadador
Luiz Philippe de Orleans e Bragança (SP) – empresário e príncipe da família imperial brasileira
Major Fabiana (RJ) – policial militar
Major Vitor Hugo (GO) – oficial da reserva do Exército
Marcelo Álvaro Antônio (MG) – deputado federal
Márcio Labre (RJ) – empresário
Nelson Barbudo (MT) – produtor rural
Nereu Crispin (RS) – empresário
Nicoletti (RR) – policial rodoviário
Professora Dayane Pimentel (BA) – presidente do PSL Mulher
Professor Joziel (RJ) – militar reformado
Sanderson Federal (RS) – policial federal
Sargento Gurgel (RJ) – presidente do Ibrasppe (Instituto Brasileiro de Segurança Pública e Pesquisa)
Tio Trutis (MS) – empresário

A nova bancada do PSL no Senado:
Flávio Bolsonaro (RJ) – deputado estadual
Major Olímpio (SP) – deputado federal
Selma Arruda (MT) – ex-juíza
Soraya Thronicke (MS) – advogada




sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Corpo de homem é encontrado com a cabeça quase decapitada

A vítima foi encontrada próximo à estação da Caesb, em Brazlândia. Autor foi preso e está autuado por homicídio. A polícia continua em busca de um adolescente que teria participado do crime

Um crime bárbaro chocou os moradores de Brazlândia. O corpo do lanterneiro Bartolomeu Rodrigues Ramos, 52 anos, foi encontrado com a cabeça praticamente decapitada em uma área próxima da estação da Caesb. Uma vigilante avistou a vítima, e chamou a polícia.  

Foto: PCDF



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Sobre o Mais Médicos

Das 18240 vagas do Mais Médicos, 8332 eram ocupadas por cubanos. Dos R$ 11520,00 de salário 70% ficava para a ditadura cubana e 30%, R$ 3456,00, para os médicos. Sem falar que todos os médicos formados no exterior precisam revalidar o diploma no Brasil mas os cubanos foram dispensados dessa revalidação. Bolsonaro tá certo em passar esse programa limpo. Ditadura cubana correu pois Brasil agora é casa que tem dono. Mais valor aos médicos, mais respeito à medicina.

Bolsonaro diz que Cuba não aceitou condições para seguir no Mais Médicos