terça-feira, 27 de agosto de 2019

Águas Lindas e Entorno do DF terão forças de segurança reforçada

Na última semana, o Prefeito de Águas Lindas de Goiás e também Presidente da Associação dos Municípios Adjacentes a Brasília – AMAB, Hildo do Candango se reuniu com os Governadores Ronaldo Caiado e Ibaneis Rocha para reforçar a segurança do Entorno do Distrito Federal. 
A segurança pública é uma das principais necessidades dos moradores do Entorno do DF, por esse motivo, Hildo do Candango como Presidente da AMAB, apresentou esse assunto em pauta no encontro com os governadores que aconteceu na Prefeitura de Águas Lindas de Goiás. 
“O Entorno clama por mais segurança, por isso me reuni com os governadores Ronaldo Caiado e Ibaneis Rocha para trabalharmos em parceria com as forças policiais goianas e distritais para diminuirmos os índices de criminalidade nesta região. Como Presidente da AMAB, me sinto no dever de estar sempre procurando soluções que venham proporcionar mais qualidade de vida para todos os moradores do Entorno. Nossa luta não para por aqui, em breve iremos nos reunir para assinar o acordo para que as policiais possam trabalhar em conjunto para transformar os municípios do Entorno num lugar mais seguro”, afirmou Hildo do Candango. 

Após a reunião, o Governador de Goiás, Ronaldo Caiado e o Governador de Brasília, Ibaneis Rocha se comprometeram a unificar as forças policiais para trabalhar em conjunto e diminuir os índices de criminalidade na Região do Entorno. O cronograma para o início da integração das polícias será estabelecido em reunião no próximo dia 2 de setembro.
O Prefeito de Águas Lindas e também Presidente da Associação dos Assuntos Adjacentes a Brasília – AMAB, Hildo do Candango continuará trabalhando em conjunto com os governadores Ronaldo Caiado e Ibaneis Rocha para proporcionar mais segurança para todos os moradores do Entorno. SECOM/ALG

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Funcionária do MEC, a advogada Letícia Sousa é encontrada morta

A jovem estava desaparecida desde a manhã de sexta-feira (23/8), quando saiu para trabalhar. Um cozinheiro está preso suspeito de envolvimento no crime. Ele nega

Por volta de 15h30, o pai e o marido de Letícia chegaram chorando na 31ª Delegacia de Polícia (Planaltina), escoltados por policiais. Quando a reportagem se aproximou, eles pediram "agora não, gente. Agora não". O irmão chegou em seguida, também desesperado. Do lado de fora da unidade policial é possível ouvir os gritos. Menos de 10 minutos depois, uma equipe de investigadores deixou a delegacia com fita zebrada, a mesma usada para isolar locais de crime. 
A polícia prendeu um cozinheiro de 41 anos, apontado como suspeito de envolvimento no sumiço de Letícia. Segundo os investigadores, imagens de segurança mostram o momento em que a jovem entrou no carro dele. Dentro do veículo, foram encontrados uma bolsa, um relógio e objetos escolares. A família confimou que os itens pertencem à jovem, segundo o delegado-chefe da 31ª Delegacia de Polícia de Planaltina, Fabrício Augusto Machado.
À polícia, no entanto, o homem nega que tenha praticado o crime. Aos jornalistas que estavam na delegacia, ele disse ter confiança de que tudo será esclarecido. Segundo os investigadores, o cozinheiro não tem antecedentes criminais. É casado e pai de uma adolescente de 16 anos.  

Comoção 

O desaparecimento de Letícia mobilizou o Distrito Federal. 
Matéria original Correio Brasiliense
Os links foram mantidos

Prefeitura de Águas Lindas emite nota sobre a vacinação contra sarampo

Prefeitura de Águas Lindas por meio da Secretaria Municipal de Saúde informa que o Ministério da Saúde, responsável pela compra e distribuição de vacinas no Brasil vem encontrando dificuldades no abastecimento as regionais, as quais atendem os municípios e com isso faz com que haja o desabastecimento total ou parcial de alguns imunobiológicos.
Diante dessa situação, as vacinas contra sarampo serão destinadas exclusivamente para as crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias. As mães devem procurar as Unidades Básicas de Saúde – UBS mais próxima de suas casas, portando o cartão de vacinação da criança.
A dose foi recomendada pelo Ministério da Saúde para evitar a propagação do sarampo no Estado. Um alerta importante: essa dose extra não substitui as demais aplicações já previstas no calendário nacional de vacinação, aos 12 e aos 15 meses de idade. Essa dose zero é aplicada nessa faixa etária porque bebês são mais suscetíveis a casos de sarampo, que pode levar à morte.
É importante ressaltar que apesar da vacinação de sarampo estar repercutindo e trazendo muitos pacientes a procurarem as unidades de saúde, não haverá campanha no Estado de Goiás até segunda ordem da Regional de Saúde a qual estamos subordinados.
O governo municipal através da Secretaria Municipal de Saúde e Vigilância em Saúde continuará trabalhando para melhor atender a população.

SECOM/ALG

domingo, 25 de agosto de 2019

Entenda a Lei de Abuso de Autoridade


Proposta que prevê punição a juízes e membros do Ministério Público foi vista como reação ao caso envolvendo o ministro e procuradores; Câmara deve votar o texto no segundo semestre

Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira, 14, em votação simbólica, o projeto que criminaliza o abuso de autoridade. A proposta prevê punição a agentes públicos, incluindo juízes e procuradores, em uma série de situações e é considerada uma reação da classe política às operações recentes contra corrupção, como a Lava Jato. Como já havia passado pelo Senado, o texto agora vai à sanção e caberá ao presidente Jair Bolsonaro decidir se transformará em lei.

Após quase dois anos parado, em junho o Senado aprovou projeto semelhante. O senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), relator do projeto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, promoveu mudanças no texto que veio da Câmara dos Deputados e que era duramente criticado por associações da classe de magistrados e procuradores.
Com respaldo das principais lideranças da Câmara, deputados aprovaram a Lei de Abuso de Autoridade na última quarta-feira, 14. No entanto, o texto aprovado não é o mesmo que havia sido aprovado no Senado em junho, mas sim outro, de autoria do ex-senador Roberto Requião, que estava parado na Casa desde 2017.
O projeto, que apesar de ter no abuso de autoridade seu principal tema, apresenta um pacote de medidas anticorrupção, originalmente apresentado à Câmara por iniciativa popular e defendido pelo Ministério Público, também transforma em crime o caixa dois eleitoral e a compra de votos. Aumenta, ainda, a pena para o crime de corrupção, tornando-o hediondo em alguns casos.
A tramitação da criminalização do abuso de autoridade ganhou velocidade em meio ao vazamento dos supostos diálogos entre o então juiz e hoje ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e procuradores da Lava Jato, entre eles o chefe da força-tarefa de Curitiba, Deltan Dallagnol. O conteúdo das supostas mensagens sugerem que o ex-juiz orientava os procuradores durante a operação, o que fere o princípio da imparcialidade e da equidistância entre as partes - acusação e defesa - do juiz. 

O que é a lei de abuso de autoridade?
Em 2016, foi apresentado ao Congresso um projeto de lei idealizado pelo Ministério Público Federal e apresentado por meio de iniciativa popular que ficou conhecido como “10 medidas contra a corrupção”. O pacote recebeu mais de dois milhões de assinaturas de apoio. Os deputados, no entanto, desconfiguraram o texto - das dez medidas, apenas quatro foram mantidas - e incluíram nele a criminalização do abuso de autoridade de juízes e membros do Ministério Público, o que foi visto como uma reação da classe política à Lava Jato. Aprovado na Câmara no final de 2016, o projeto ficou parado no Senado até este ano. 

À época, a iniciativa foi alvo de críticas associações de magistrados e de procuradores. As principais reclamações foram que o texto previa crimes de abuso de autoridade apenas para magistrados e membros do Ministério Público e deixava de fora os outros agentes públicos. Associações de classe também reclamavam que a lei trazia tipos penais imprecisos como, por exemplo, considerar crime “proceder de modo incompatível com a honra e o decoro de suas funções”. Segundo juízes e procuradores, isso implicaria em uma ausência de segurança jurídica à sua atuação. 
O que diz o novo projeto
Houve mudanças no texto após reuniões com a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e com membros do Ministério Público. Pacheco fez sete mudanças e acatou vinte emendas de senadores em relação ao texto que veio da Câmara. 
Segundo o novo projeto, é considerado abuso de autoridade e, portanto, passível de criminalização:
Proferir julgamento em caso de impedimento legal
Instaurar procedimento sem indícios
Atuar com “evidente motivação político-partidária”
Exercer outra função pública (exceto magistério) ou atividade empresarial
Manifestar juízo de valor sobre processo pendente de julgamento
​O projeto também torna crime a violação dos direitos e prerrogativas dos advogados por parte de magistrados e membros do Ministério Público.
O termo “evidente” não estava presente no texto que veio da Câmara na parte que enquadra a atuação com motivação político-partidária como abuso de autoridade, o que, segundo procuradores e juízes, tornava o trecho muito vago e subjetivo. Uma das principais mudanças foi a necessidade de comprovação de dolo específico para criminalizar o abuso. Ou seja, a autoridade tem que ter tido clara intenção em prejudicar uma parte ou beneficiar alguém ou a si próprio para ser considerada culpada. Segundo o texto, “as condutas só são criminosas quando praticadas com finalidade específica de prejudicar ou beneficiar ou por capricho ou satisfação pessoal”. 
Outro pedido dos magistrados acatado pelos senadores foi que divergências na interpretação da lei e na análise de fatos e provas não configurassem crime, como previa o texto anterior. Deste modo, foi retirada do projeto o chamado crime de hermenêutica. A possibilidade de investigados processarem o investigador também foi retirada. As penas para o abuso de autoridade foram suavizadas. Antes a previsão era de reclusão. Com o novo texto, a pena passa a ser de detenção - que não permite que o início do cumprimento seja em regime fechado - de seis meses a dois anos, além da multa.
A nova versão do texto também removeu as partes que previam responsabilização penal a juízes e procuradores por “atuação desidiosa”, ou seja, “desempenhar as atividades profissionais com preguiça, agir com negligência, desleixo e desatenção”. Essas atitudes, portanto, continuam sendo responsabilizadas apenas na esfera administrativa. Outra mudança em relação ao texto da Câmara foi a retirada do trecho que conferia à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a organizações da sociedade civil com mais de um ano de existência a prerrogativa de oferecer queixa em ação penal nos crimes de abuso de autoridade. 
Um dos pontos mais criticados pelas entidades de juízes e procuradores foi o que os proíbe de dar opinião sobre processos ainda em andamento, batizado por alguns como “lei da mordaça”. Segundo o texto, procuradores e juízes não podem emitir “juízo de valor indevido sobre o procedimento ou processo em andamento” e só devem se manifestar com “dever de informação ou publicidade”. 

Reações
O coordenador da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, afirmou que o projeto aprovado tem “pegadinhas” e pode levar a ataques a investigadores. “Somos, sim, a favor de punição adequada do crime de abuso de autoridade, consistente, como aquela prevista no projeto de lei apresentado em 2017 no Senado”, disse, em referência a outro projeto aprovado na Casa, de relatoria do então senador Roberto Requião, mas que parou na Câmara.
Segundo o presidente da Ajufe, Fernando Marcelo Mendes, as alterações feitas pelo senador Rodrigo Pacheco melhoraram o texto da Câmara, principalmente por dois pontos: a necessidade de comprovação de dolo específico e a retirada do crime de hermenêutica. No entanto, ressalta que a associação é crítica ao projeto. “Criticamos o porquê disso estar sendo discutido nesse momento e por que está sendo discutido esse projeto, já que existe o projeto do Requião, que hoje está na Câmara”, diz. Segundo Mendes, esse outro projeto - também citado por Dallagnol - aborda pontos importantes e não atinge só juízes e promotores, mas todas as autoridades públicas que podem de alguma maneira cometer violações.
Um ponto criticado pela Ajufe é o que criminaliza as violações das prerrogativas e direitos dos advogados. Para Mendes, isso gera um “privilégio” a esses profissionais. “Só advogado terá uma prerrogativa que, quando violada, configura crime e só o advogado, quando se sentir com sua prerrogativa violada, poderá mover uma ação penal contra aquele que ele entender que violou algum direito seu”, protesta.
“Para nós, isso concede aos advogados um poder e uma proteção que não tem parâmetro ou equivalente dentro do modelo constitucional brasileiro”, afirma o presidente da Ajufe, que diz que a associação continuará apresentando suas reclamações e reivindicações durante a tramitação do projeto na Câmara. “Certamente nós vamos levar nossas preocupações, nossas ponderações para ver se a gente consegue na Câmara alterar isso de alguma maneira e impedir que essas alterações sejam feitas da maneira como foram apresentadas.”
OAB elogia
Já a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) elogiou, em nota, a aprovação do projeto pelo Senado. Segundo o órgão, o texto “representa um grande avanço para o combate à corrupção e para a atualização do ordenamento jurídico brasileiro”. “A OAB reconhece, assim, o importante trabalho realizado pelos senadores e senadoras, que respondem, com o projeto aprovado, ao grande anseio da sociedade brasileira por mais justiça e mais eficiência no combate à corrupção”, afirma o comunicado. 
O advogado e ex-secretário de Justiça de São Paulo, Belisário dos Santos Jr., considera o projeto um avanço pelo fato da lei atualmente em vigor ser muito antiga, de 1965. “A lei atual tem tipos amplos, penas baixas e pouca aplicação, nunca foi considerada uma lei eficiente para punir o abuso de autoridade”, afirma. No entanto, ele pondera que o novo projeto também não é muito específico sobre o que pode ser enquadrado como abuso. 
“O juiz é neutro e imparcial, mas no momento da decisão ele rompe a neutralidade, afirma com convicção e veemência a culpa ou absolvição de determinada pessoa e vai buscar nos autos as provas para tal. Temo um pouco o trecho que diz que atuar com evidente motivação político-partidária possa levar a alguma injustiça”, afirma. Segundo ele, o estabelecimento do dolo específico equilibra um pouco isso e diminui as chances de haver decisões subjetivas sobre o abuso de algum juiz ou promotor. 
Santos também elogia a criminalização da violação das prerrogativas dos advogados - ponto criticado por juízes e promotores. “Hoje em dia há um desequilíbrio entre a posição do advogado e do Ministério Público, a criminalização da violação dos advogados recupera um pouco esse equilíbrio. A interpretação dos juízes sobre a lei processual penal vem sendo muito alterada, embora a lei permaneça a mesma”, diz.

Em respeito a Lei de Direitos Autorais a matéria original se encontra no site Estadão
Os links do texto foram mantidos. Imagem da Web



sábado, 24 de agosto de 2019

GENARC/PCGO: 41 pessoas de célula de facção criminosa são presas

Em operação integrada, por meio do compartilhamento de informações, a Polícia Civil de Goiás – através da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas (Decar) -, a Polícia Militar, a Polícia Rodoviária Federal e a Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP) deflagraram nessa quinta-feira (22) a Operação Lex Dominus. A operação é resultado de uma investigação que durou seis meses e desmantelou uma célula da facção criminosa Comando Vermelho (CV) instalada em 13 cidades do estado, com núcleo em Itaberaí e ramificações em Goiânia, Aparecida de Goiânia, Inhumas, Cidade de Goiás, Itapuranga, Aruanã, Jaraguá, Mossâmedes, Mozarlândia, Anápolis, Abadia de Goiás e Edeia.

A organização praticava crimes como roubo, tráfico de drogas, homicídio e tráfico de armas. Uma parte importante da investigação apurou e prendeu dois envolvidos (Estella Mendanha de Oliveira e Wallysson Cristino Gonçalves Amorim) que faziam a movimentação financeira do caixa da facção criminosa para Ihago Roberto Mendonça e Marcus Vinicius Cardoso Espíndola, também presos na operação. Ihago é tido como um dos principais chefes da organização criminosa, que orquestrava ações como roubo de veículos, tráfico e homicídios, sobretudo em Itaberaí, de dentro da cadeia. Além disso, ele recrutava pessoas para efetuar as ações delitivas na cidade. Por este motivo, a maioria dos mandados expedidos (27) foram contra investigados que moram em Itaberaí, sendo que 4 deles já estavam presos. Ihago encontra-se recolhido no núcleo de custódia da Penitenciária Odenir Guimarães (POG), em Aparecida de Goiânia.
Foram apreendidos durante a operação drogas, celulares, quatro armas, dinheiro e os cadernos de controle de batismo e contabilidade de drogas do Comando Vermelho.
Foram expedidos pelo Poder Judiciário, ao todo, 47 mandados de prisão cautelar e 50 mandados de busca e apreensão para cumprimento contra os membros da organização criminosa. O balanço da operação terminou com o cumprimento de 41 dos 47 mandados de prisão. Dos 41 investigados detidos, 10 já estavam presos nas cadeias do estado. Por este motivo, foram feitas buscas e cumpridos mandados de prisão dentro de cadeias, o que teve o apoio operacional da Administração Penitenciária.
A operação mobilizou cerca de 400 policiais das forças de segurança pública. Lex Dominus foi o nome escolhido para batizar a operação, que na expressão em latim significa “Império da Lei”.
Delegada coordenadora: Carla de Bem Monteiro.

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Ronaldo Caiado visita Águas Lindas, confira resumo das atividades

O Governador de Goiás Ronaldo Caiado e do DF  Ibaneis Rocha, foram recebidos pelo prefeito de Águas Lindas de Goiás Hildo do Candango, por vereadores e secretários municipais. Vieram à cidade também o deputado federal João Campos, Flávia Morais, senador Vanderlan Cardoso, ex-senador e atual secretário de indústria e comércio de Goiás Wilder Morais, dentre outros agentes políticos

Na quinta-feira, 22, o governador Ronaldo Caiado (DEM), em agenda na região do Entorno, foi recebido na prefeitura de Águas Lindas juntamente com o governador do DF e após reunião com prefeitos da RIDE, concederam entrevista à imprensa onde foram abordados temas como saúde, segurança e educação. No fim da tarde Caiado assinou ordem de serviço, junto ao prefeito Hildo do Candango, para retomada das obras do Hospital Regional de Águas Lindas. Compromisso é de que entrega seja feita já no início de 2020. Em seguida se dirigiu ao 17º BPM, que integra o 17º CRPM e participou de um evento de entrega de equipamentos à PM. 

Na sexta-feira 23, participou do evento denominado Goiás Empreendedor, que visa fornecer orientações, suporte técnico e crediário para fomentar o empreendedorismo no município e favorecer o desenvolvimento. 

Ainda na sexta 23, Hildo do Candango, prefeito de Águas Lindas, juntamente com o governador Caiado, participaram do evento de descerramento da placa inaugural da quadra poliesportiva do Colégio Estadual de Águas Lindas. Também ocorreu a inauguração da extensão do mesmo colégio, neste evento esteve presente a secretária estadual de Educação, Fátima Gavioli. Hildo do Candango e Caiado anunciaram o fim do 4° turno nesta unidade escolar. Esse termo era atribuído ao turno intermediário, onde os alunos entravam às 11h e ficavam até as 15h e tinham somente uma refeição durante o período. 

Almoçaram no Restaurante Comunitário da cidade, agora denominado "Restaurante do Bem" e visitaram as obras do presídio de Águas Lindas, na ocasião, foi assinada a retomada das obras do presídio que depois de finalizado terá capacidade de atender mais de 300 presos.

A visita trouxe otimismo para a classe política e para parte da população, outros já desesperanços teceram críticas diante das muitas promessas e até supostas inaugurações de governos anteriores. Só mesmo o tempo poderá trazer ou não os resultados esperados para corresponder os anseios dos moradores.

Por: Rafael R. Silva
Foto: Beto Castanheiro


terça-feira, 6 de agosto de 2019

Presos com carro roubado, arma e droga em Águas Lindas

Uma mulher e dois homens foram presos com um veículo roubado, na noite deste domingo (4), no setor Mansões Village, em Águas Lindas de Goiás. Com eles, os policiais apreenderam droga, arma e munições.

A prisão do trio ocorreu graças a uma ação conjunta entre a Polícia Militar de Goiás e ROTAM/DF. Segundo a polícia, após os militares do DF localizarem o veículo roubado em uma residência do setor Mansões Village solicitaram o apoia da PMGO.
Ainda segundo a polícia, na residência foi encontrado uma arma calibre 12 com numeração raspada, cinco munições intactas, uma placa balística (pertencente ao exército brasileiro) e uma porção de maconha envolvida em um plástico branco.
Os envolvidos e os objetos apreendidos foram encaminhados para a Central de Flagrantes de Águas Lindas de Goiás, onde foram tomadas as medidas cabíveis. Fonte: PMGO