segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Marconi fica apenas em 5º ao senado após Cash Delivery


Ex-governador teve imóveis inspecionados por agentes federais e viu aliados, com o ex-coordenador de campanha de José Eliton (PSDB), Jayme Rincon, presos. Imagem deteriorada pode ter contribuído para queda nas intenções de voto e, mais tarde, nas próprias urnas

Liderança estadual por cerca de duas décadas, o ex-governador Marconi Perillo já podia vislumbrar uma nova eleição ao Senado antes da sexta-feira (28/9). Esta foi a data em que a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Cash Delivery, baseada em delações premiadas de executivos da Odebrecht e que relacionou o nome de Perillo ao recebimento de propina voltada à campanhas do tucano em 2010 e 2014. Com as repercussões da iniciativa na última semana antes do 1° turno, Marconi caiu para a 4ª posição nas pesquisas, quadro que se deteriorou e culminou na 5ª colocação apurada, com 7,55% dos votos válidos, segundo a contagem do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em Águas Lindas de Goiás, Marconi teve apoio do grupo do atual prefeito Hildo do Candango. Citações em escândalos de corrupção culminaram na derrota não apenas do cacique do PSDB no estado mas também do deputado federal Jovair Arantes investigado na operação da Polícia Federal Registro Espúrio. Lúcia Vânia que também estava na composição de igual modo não conseguiu a reeleição. 


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